Super User
Itinerario
Itinerário Resumido
- Dia 1 – Chegada ao aeroporto internacional de Islamabad (550 metros)
- Dia 2 – Islamabad – Naran Valley (2409 metros)
- Dia 3 – Naran – Chilas (1265 metros)
- Dia 4 – Chilas - Fairy Meadows (3300 metros)
- Dia 5 - Fairy Meadows
- Dia 6 - Fairy Meadows – Tatoo - Minapin (2688 metros)
- Dia 7 – Minapin -Tagha Phari (3500 metros)
- Dia 8 – Tagha Phari – Minapin - Karimabad (Hunza Valley) (2500 metros)
- Dia 9 – Hunza Valley
- Dia 10 – Hunza - Attabad lake - Gulmit (2408 metros)
- Dia 11 – Gulmit - Borit (2600 metros)
- Dia 12 – Borith - White glacier – Hussaini - Passu (2408 metros)
- Dia 13 – Passu -Shimshal (3100 metros)
- Dia 14 – Shimshal – Gilgit (1500 metros)
- Dia 15 - Gilgit – voo a Islamabad (em caso de cancelamento do voo Gilgit – Naran)
- Dia 16 – City tour em Islamabad (em caso de cancelamento do voo Naran – Islamabad)
- Dia 17 – Voo internacional
Itinerário Detalhado
Dia 1 – Chegada ao aeroporto internacional de Islamabad (540 metros) e traslado ao Hotel Hill View.
https://www.hotelhillview.net/
Restante do dia livre.
Dia 2 – Viagem de aproximadamente 8 horas de Islamabad ao Vale de Naran (2409 metros).
Esta estrada é na realidade um atalho da Karakorum Highway e é mais confortável e igualmente bonita e interessante. Durante a viagem pararemos para fotos, descanso e almoço. Naran Valley é um lugar muito visitado por turistas locais e internacionais devido ao seu agradável clima, seus prados e florestas.
Hospedagem no Hotel One Naran 4* https://www.hotelone.com.pk/en/hotel_one_naran
Caso esta estrada esteja fechada usaremos a Karakorum Highway e dormiremos em Bisham.
Dia 3 – Viagem de 5 horas de duração de Naran a Chilas (1265 metros) com paradas no caminho para visitar o Lulusar Lake e o Passo Babusar.
Chilas é a porta de entrada do distrito de Gilgit – Baltistan onde acontecerá grande parte de nossa viagem. A agradável pequena cidade fica às margens do Rio Indus. Nesta região podemos encontrar antigas pinturas rupestres budistas datando de quase 2000 anos.
Hospedagem no Shangrila Resort Chilas https://www.shangrilahotels.pk/
Dia 4 - Após o café da manhã seguiremos para o Fairy Meadows, nome dado por escaladores alemães pela beleza única deste vale, um dos lugares mais deslumbrantes de toda nossa viagem.
De Chilas viajaremos por 2 horas até a Raikot Bridge e a partir deste ponto seguiremos em veículos 4x4 até o vilarejo de Tatoo. A partir deste ponto teremos 3 horas de caminhada até chegarmos a Fairy Meadows. À nossa frente, a poucos quilômetros se encontra o Nanga Parbat (8125 metros), a nona mais alta montanha do planeta. A vegetação outonal ao redor do lago refletindo a gigantesca montanha é de tirar o fôlego. As geleiras descem até as florestas de pinheiros.
Nos hospedaremos no Raikot Sarai a 3300 metros de altitude em simples, porém confortáveis cabanas com banheiro e chuveiro. http://raikotsarai.com/?fbclid=IwAR0ZzKQXSwlsq1hPlmwdbTks8GU5OgEKwxll-rsOfq-DeCmKhLvL6XlSGuk
Dia 5 – Hoje faremos uma espetacular caminhada até o campo base do Nanga Parbat com 4 horas de duração.
Apesar do ganho de altitude não ser muito grande, o campo base está a 3800 metros de altitude, a caminhada demandará algum esforço já que ainda não estamos acostumados a esta altitude. O caminho gradualmente muda de paisagem sendo no começo através de lindas florestas temperadas tingidas pelas cores do outono até ficar completamente alpina com glaciares espetaculares. Após um pequeno lanche e descanso retornaremos ao nosso hotel em uma caminhada de aproximadamente 3 horas.
Dia 6 – Voltaremos caminhando de Fairy Meadows para o vilarejo de Tatoo, ao redor de duas horas e de lá seguiremos em veículos 4x4 até Minapin (2688 metros), um pequeno vilarejo próximo de uma das mais lindas montanhas do planeta, o Rakaposhi (7788 metros), e nossa base para o trekking do dia seguinte.
Hospedagem em confortáveis yurtas (tendas de nômades tipicamente da Ásia Central)
https://roomy.pk/?gclid=Cj0KCQjw2or8BRCNARIsAC_ppyaWgtSoTjdyoSSfFhiYor17xWqQq8RN7P9mD0qA_NQximD7QNIHh1IaAkiyEALw_wcB#/all-properties
Dia 7 – Hoje termos um longo e maravilhoso trek até Tagha Phari (3500 metros) na base do Rakaposhi! Serão de 7 a 8 horas de caminhada com um ganho considerável de altitude.
Mas, já vamos estar aclimatados e a caminhada não poderia ser mais espetacular com os gigantes do Karakorum ao nosso redor.
Hospedagem em barracas.
Dia 8 – Caminhada de volta a Minapin com quatro horas de duração e de lá seguiremos em nosso mini ônibus em uma viagem de aproximadamente 5 horas para Karimabad, a capital deste que é o mais conhecido e possivelmente o mais lindo vale de todo o país, o Vale de Hunza.
Nos hospedaremos no Embassy Hotel http://embassyhotels.pk
Dia 9 – Hoje teremos o dia todo dedicado a visitar algumas das atrações do Vale de Hunza.
Esta região não apenas tem paisagens lindíssimas, mas tem uma cultura própria e ainda conservada e a hospitalidade de seus habitantes é famosa. Mito ou verdade, se diz que é um dos lugares do mundo com a maior longevidade fato que se atribui em grande parte ao clima e a alimentação. Outrora parte de uma das muitas rotas da Rota da Seda, o vale apresenta vários monumentos históricos que visitaremos. Baltiti Fort foi construído 700 anos atrás e era a residência do Mir de Hunza. Altit Fort é ainda mais antigo tendo sido construído 1100 anos atrás sendo o monumento mais antigo de toda a região. Continuaremos ganhando altitude e chegaremos no Eagle’s Nest, um charmoso hotel com vistas estupendas das montanhas nevadas ao redor ao por do sol. Voltaremos para Karimabad para o nosso hotel.
Dia 10 – Sairemos cedo de Karimabad e seguiremos pela Karakorum Highway.
Nossa primeira parada será no Attabad Lake formado em 2010 quando um enorme desabamento de terra bloqueou o Rio Hunza criando o lago que hoje tem 21 quilômetros de extensão. Passaremos o restante do dia caminhando por pequenos vilarejos locais vendo seu modo de vida e o incrível cenário natural que os rodeia. Gulmit, Kamaris, Ondra e Ghulkin nos mostrarão como é a vida nesta pacífica parte do Paquistão. Nos hospedaremos no vilarejo de Gulmit no Hotel Marco Polo https://marcopoloinngulmit.com/
Dia 11 – Mais um dia de lindas caminhadas que nos levarão próximos ao Ghulkin Glacier com o contraste tão extraordinário nesta parte do Paquistão onde pastagens se encontram com imensos glaciares.
Nos hospedaremos no vilarejo de Borith. https://www.booking.com/hotel/pk/borith-lake-amp-resort.en-gb.html?aid=356980;label=gog235jc-1DCAsotQFCFmJvcml0aC1sYWtlLWFtcC1yZXNvcnRIM1gDaCCIAQGYAQm4AQfIAQzYAQPoAQGIAgGoAgO4Ao-RjvwFwAIB0gIkODlmY2YzNmYtODkzOC00ZGFkLTkwMTUtZDg3ZjM3M2E3YjIw2AIE4AIB;sid=15d51bf1f200f59290858bf889c619d8;dist=0&keep_landing=1&sb_price_type=total&type=total&
Dia 12 – Após o café da manhã caminharemos por aproximadamente uma hora e meia até o White Glacier com, mais uma vez, vistas magníficas.
Continuaremos nossa caminhada até o vilarejo de Hussaini com sua famosa ponte suspensa que atravessa o Hunza River que neste ponto é bastante largo. Cruzar a ponte é para quem tem espírito de aventura já que ela é bem emocionante. Seguiremos para o pequeno vilarejo de Passu em mais duas horas de caminhada que tem como principal atração os chamados Passu Cones ou Passu Cathedral como é popularmente chamada a montanha Tupopdan (6106 metros) com seus múltiplos cumes na forma de cones. Além desta montanha se vê inúmeras outras montanhas altíssimas.
Nos hospedaremos em Passu no Hotel Silk Route https://saraisilkroutehotel.com/
Este pequeno vídeo nos mostra a beleza singular deste lugar.
https://www.youtube.com/watch?v=YXb0NcTPNc0
Dia 13 – Mais uma estrada emocionante e com paisagens lindas nos levará em 3 horas de viagem ao pequeno e muito menos visitado vilarejo de Shimshal a 3100 metros de altitude.
Cercado de altíssimas montanhas não é de se surpreender que neste vilarejo nasceram os mais famosos montanhistas do país a ponto de os Shimshalis serem chamados de “Os Sherpas do Paquistão”. A mais alta montanha da região, o Distaghil Sar tem 7885 metros. Os Shimshalis são originalmente Wakhis (do Corredor Wakhan) e são seguidores do Aga Khan.
Nos hospedaremos em um hotel bastante simples.
Dia 14 – Hoje teremos um dia bastante leve para relaxar e apreciar o esplendido cenário da região.
Manhã livre para caminhar pelo vilarejo e arredores. À tarde viagem de 5 horas para o Gilgit. Esta cidade é a capital desta região e sua cidade principal com uma população de o redor de 200.000 habitantes. A cidade tem uma rica história já tendo sido um dos pontos importantes da Rota da Seda, tendo tido monumentos budistas elaborados. A cidade se situa no encontro de dois importantes rios do norte do Paquistão, o Indus e o Hunza e é o ponto de partida para as expedições ao K2 entre outras. Fica no encontro também de 3 cordilheiras, o Himalaia, o Karakorum e o Hindu Kush.
Hospedagem no Hotel Riviera https://www.expedia.com/Gilgit-Hotels-Hotel-Riveria.h20258614.Hotel-Information
Dia 15 – Traslado ao aeroporto e voo à Islamabad.
Na chegada traslado ao Hotel Hill View. https://www.hotelhillview.net/
Restante do dia livre.
Em caso de cancelamento do voo viagem de 5 horas até Naran.
Dia 16 – Pela manhã passeio pela cidade visitando os maiores pontos de interesse.
Tarde livre.
Em caso do cancelamento do voo no dia anterior, viagem de 7 horas de Naran a Islamabad.
Dia 17 – Traslado ao aeroporto para voo internacional.
Lista de equipamentos
Lista de Equipamentos
OBS: TODO O EQUPAMENTO DEVE SER TRAZIDO DO BRASIL. Tabela de quantidades - Norte do Paquistão
Tabela de quantidades
Tabela de quantidades - Norte Paquistão
PÉS |
|
| BOTAS DE CAMINHADA | 1 |
| MEIAS DE TREKKING | 3 pares |
| PAPETE OU CROCS | 1 |
| TENIS | 1 |
PERNAS |
|
| SEGUNDA PELE | 1 |
| CALÇA TREKKING | 2 |
| SHORTS | 1 |
TRONCO |
|
| CAMISETAS DRY FIT | 2 manga curta e 2 manga longa |
| FLEECE FINO | 1 |
| ANORAK | 1 |
CABEÇA |
|
| GORRO | 1 |
| BONÉ | 1 |
MÃOS |
|
| LUVA FINA | 1 |
Pés
Botas de caminhada
Existem muitas marcas e modelos de boas botas de trekking. Aqui vão alguns aspectos importantes.
Em primeiro lugar, não compre bota por internet ou sem experimentar. A razão é simples, há modelos de botas pensados para pessoas com pés mais estreitos ou com pés mais largos, mais altos ou mais baixos. Não se trata unicamente de numeração e sim de desenho. Forma, como dizem. Resumindo, tem que saber quais são as características importantes e experimentar vários modelos.
Outra coisa muito importante é que você deverá experimentá-la com meias grossas. Ainda assim compre um número maior. As pontas dos dedos nunca deverão tocar na frente da bota.
Neste modelo da foto, por exemplo, podemos ver várias características importantes.

O cano deve ser alto o suficiente para cobrir o tornozelo, diminuindo assim o risco de torção. Além disso, o cano sendo alto lhe permite amarrar bem na parte baixa da canela e impedir que o pé se deslize para frente nas decidas, o que causa muito desconforto nas pontas dos dedos em decidas longas.
As botas de trekking devem ter uma certa rigidez. Ao contrário do que parece, isso ajuda muito na comodidade e dá muita segurança. Dê preferência aos modelos que possuam membrana Gore-tex ou similar, que lhe proporcionem impermeabilidade e que respirem de modo que seus pés fiquem secos tanto pela bota ser impermeáveis quanto por ela não reter a transpiração.
Dê preferência aos modelos mais acolchoados para trekkings de altitude e clima frio.
O salto funciona como freio nas decidas e aumenta muito a estabilidade e o conforto em todos os tipos de terreno. As botas devem ter salto e não devem ser de sola plana, como alguns tênis de caminhada.
Não confunda tênis de caminhada com botas de trekking. Podem parecer mais cômodos, mas em longas caminhadas em terrenos irregulares são muito menos cômodos e dão menos estabilidade.
Veja na foto abaixo um exemplo de tênis de caminhada (não recomendado para trekkings)

Veja aqui algumas marcas consagradas:
Scarpa, La Sportiva, Asolo, Lowa, Solomon, Salewa, Millet, Bestard, Boreal.
As marcas importadas são mais difíceis de serem encontradas no Brasil e muito caras aqui. A Salomon é bem fácil de encontrar e é de ótima qualidade. Recomendamos comprar antes da viagem e ir amaciando e vendo se ela não causa bolhas. Muito melhor descobrir isso aqui...
Meias de trekking
Depois da bota, este é outro item muito importante de sua lista, afinal ela vai ajudar os teus pés a estarem confortáveis, secos, sem bolhas e quentes.
Devem ser meias específicas para trekking e não as que se usam com tênis para a prática de outros esportes. Devem ultrapassar a altura da bota, e devemos comprar uma mistura de meias mais finas, médias e grossas para estarmos sempre confortáveis em diferentes temperaturas. O material mais recomendado é lã, sendo também bom as misturas de lã com materiais sintéticos. Como na montanha não temos possibilidade de lavá-las, é importante levar o número suficiente para trocar a cada dois dias caso seu pé sue muito, ou a cada três dias.
Marcas recomendadas – Smart Wool, Mund, Fox River e para lugares com temperaturas extremas Thorlo Inferno.

Liners
Para quem tem extremidades frias é recomendado levar também meias finas ou liners de material térmico tipo capilene ou polipropileno.
Papete ou crocs
Um par de sandálias ou chinelos. O ideal são "papetes" ou Crocs, pois podem ser usadas com meias, para descansar os pés após chegarmos ao lodge ou no acampamento.
Tênis
Um par de tênis para os passeios nas cidades.
Pernas
Segunda pele
Como o nome indica, elas são feitas para serem usadas logo acima da pele como uma primeira camada (em inglês base layer). Devem ser justas, porém confortáveis. Normalmente são de materiais térmicos como lã merino e poliéster como o Capilene. Cada material tem suas vantagens e desvantagens, mas a segunda pele ideal absorveria o suor, secaria rapidamente e não teria mal cheiro após uso prolongado.
Se comprado no Brasil recomendamos as da marca Solo e no exterior marcas como Smartwool e Patagonia. As explicações acima se referem tanto para a parte do tronco como para as pernas.

Calça trekking
Por muito tempo se usou tactel como material para calças de trekking. Hoje em dia se dá preferência para o que se chama em inglês de soft shell. Com estes novos materiais as calças de trekking são mais justas, já que de material stretching (elástico) se adapta ao corpo, além de que são resistentes a água, secando com muita facilidade e sujando menos. Tendem a alargar um pouco com o uso então se recomenda comprar um pouco justa. Tem com tecidos mais grossos e com mais finos e como, de um modo geral, levamos duas, o ideal é comprar uma de cada para estarmos confortáveis em diferentes climas.

Calça de fleece
Ao final do dia de trekking e chegamos ao lodge ou ao acampamento nos lavamos e então vestimos uma roupa confortável e quentinha que já nos sirva também para dormir. Como estamos limpos, usamos esta mesma roupa durante toda a expedição. A blusa pode ser um moletom, mas a calça recomendamos que seja de fleece, que é confortável e nos agasalha.

Shorts
Um short ou bermuda. Pode ser também uma calça com zíper na perna.
Tronco
Segunda pele
Como o nome indica, elas são feitas para serem usadas logo acima da pele como uma primeira camada (em inglês base layer). Devem ser justas, porém confortáveis. Normalmente são de materiais térmicos como lã merino e poliéster como o Capilene. Cada material tem suas vantagens e desvantagens, mas a segunda pele ideal absorveria o suor, secaria rapidamente e não teria mal cheiro após uso prolongado.
Se comprado no Brasil recomendamos as da marca Solo e no exterior marcas como Smartwool e Patagonia. As explicações acima se referem tanto para a parte do tronco como para as pernas.

Camisetas dry fit
Feitas com fibras anti-odor, que evitam a proliferação de bactérias que causam mau cheiro, além de se adaptarem ao corpo e oferecerem maciez incomparável.
Devemos ter algumas de manga curta e outras de manga longa.

Fleece fino
Em trekkings é muito importante termos várias camadas não muito grossas, para podermos sempre estar com a quantidade de roupa ideal, não suando de calor, nem com frio. Para que isso aconteça temos de ter camadas: camisetas dry fit, segunda pele, fleece fino, fleece grosso, anorak e casaco de pluma. O fleece fino deve, de preferência, ter zíper completo (melhor regulagem de temperatura) e ser razoavelmente justo para podermos usar outras camadas por cima.

Fleece grosso
Esta será nossa terceira camada após a segunda pele e o fleece fino. Deve ter zíper integral e um tamanho que permita ser usado sobre as camadas anteriores. Alguns modelos são também wind stopper, ou seja, bloqueiam a passagem do vento. Mesmo que não sejam wind stopper, é importante que tenham a trama mais fechada para dar alguma proteção contra o vento. Alguns também vem com capuz, o que é uma ideia interessante, mas não obrigatória.

Anorak
Mesmo que você compre alguns itens de marcas mais genéricas, este é um produto que devemos dar preferência a marcas conhecidas e respeitadas como North Face, Moutain Hardwear, Columbia, Marmot já que é um artigo técnico e fundamental na montanha.
Um bom anorak tem várias características importantes:
A principal é que seja respirável, ou seja, que tenha uma membrana com poros pequenos o suficiente para que impeça que a chuva entre, mas grandes o suficiente para que a transpiraçao saia, caso contrário ficaremos protegidos da chuva, mas encharcados com nossa própria transpiração. Atualmente existem várias marcas, sendo a mais conhecida e mais eficaz a Gore Tex, porém também mais cara. Outras são: Sympatex, Triplo Point, eVent, Pertex, Neoshell.
Fundamental que tenha gorro e que este gorro possa ser regulado para que proteja toda a cabeça.
Desejável também que tenha zíper nas axilas para poder regular a temperatura.
Como vocês podem ver o anorak é muito mais do que um corta vento embora também tenha esta função.

Cabeça
Gorro
Perdemos grande parte do calor do corpo pela cabeça. Isto é fácil de comprovar. Tente estar com frio e colocar um casaco grosso. E daí tente colocar um bom gorro. Vai sentir que o gorro, esta pequena e leve peça de equipamento é muito efetiva para aquecer-nos. Quando fazemos um corte na cabeça sangramos copiosamente isto porque nosso couro cabeludo é muito vascularizado e por esta razão perdemos muito calor. Então escolher nosso gorro para a expedição é muito importante. Ele deve ser de material térmico, grosso, deve ter trama fina para que o vento não entre e deve cobrir nossas orelhas.

Boné
Pode ser com ou sem proteção para o pescoço tipo legionário.
Cachecol ou buff
Em grau menor do que a cabeça, o pescoço é outra parte do corpo que desprotegida nos rouba calor, então é importante que o tenhamos protegido. Podemos usar um tradicional cachecol de lã ou então uma peça muito mais versátil e fácil de usar chamada Buff. Existem vários modelos, mas o que recomendamos têm uma que é metade de fleece e a outra metade de um material fino que pode ser usada sobre a boca e o nariz sem que nos atrapalhe a respiração. A parte de fleece ajuda a proteger o pescoço e eventualmente pode até fazer a função do gorro, embora o melhor seja ter os dois. Nos dias de vento ou pó, a parte fina nos dá muito conforto e evita dor de garganta por respirar o ar frio. É realmente uma peça polivalente!

Mãos
Luvas
Boas luvas nos trazem muito conforto em baixas temperaturas. Ao contrário de outras partes do corpo, onde sentimos o frio, mãos geladas nos trazem dor e estragam momentos que de outra forma poderiam ser maravilhosos. Mas, quem consegue curtir os raios do sol no final da tarde deixando os cumes dourados, com dor nas mãos?
Sim, boas luvas são caras, mas valerão cada centavo que gastarmos. E, como brincadeira, dividindo por 10 dedos não sai tão caro assim...
Devemos ter duas luvas, uma fina para temperaturas não tão baixas e que nos permita manusear nossa roupa, celular etc. E uma bem quente para os dias mais frios. A fina pode ser de material power stretch, que dá mobilidade e aquece, apesar de não ser muito grossa ou mesmo de fleece. Já a grossa deve ser de um material térmico e, de preferência, impermeável. Pode ter a camada exterior de couro.
Tanto para a fina como para a grossa é importante comprar um tamanho grande o suficiente para que os dedos não fiquem comprimidos e o sangue possa circular sem dificuldade.

Luva grossa
Um par de luvas grossas. A luva grossa deve ser grande o suficiente para ser usada com a fina por baixo sem comprimir as pontas dos dedos.
Como exemplo veja este link:
Para homens: clicar aqui
Para mulheres: clicar aqui
Equipamentos de Trekking
Óculos
Nas montanhas é importantíssimo protegermos nossos olhos dos raios UVA e UVB que, principalmente na altitude, são muito mais intensos e, portanto, mais danosos. Em expedições onde andaremos em glaciares como no Elbrus ou que teremos a chance de nevascas, é importante que além de boas lentes os óculos tenham proteção lateral.
Os óculos de montanha são, de um modo geral, classificados conforme seu grau de proteção à claridade com números que vão de 1 a 4, sendo que quanto maior o número, mais escura a lente. Para montanha recomendamos comprar os de número 4, ou ainda melhor embora mais caros, os foto cromáticos 3 – 4 onde a lente se adapta à claridade.
É importante provar os óculos antes de comprar pois cada rosto tem um formato diferente assim como cada modelo de óculos. Não deve ser comprado pela internet sem provar.

Mochila – day pack
Poderíamos escrever livros sobre este item, mas no final o fator determinante na escolha da mochila é conforto. Recomendamos as da marca Osprey, que por uma série de razões consideramos a melhor marca da atualidade, mas assim como as botas, determinadas marcas ou mesmo modelos dentro da mesma marca “vestem” melhor que outras. Portanto é fundamental você colocar um certo peso na mochila, ao redor de 7 quilos, pedir para o vendedor da loja ajustá-la no seu corpo e experimentar vários modelos e marcas.
Quanto a capacidade, para nossas expedições onde temos carregadores ou animais levando boa parte de nosso equipamento, recomendamos mochilas de 30 a 40 litros. Várias características são desejadas em uma mochila como a parte de trás não encostar nas costas para que não nos molhemos de suor, algumas divisões para acharmos o que precisamos com rapidez, um cinturão confortável e que transmita 90% do peso para as pernas e que pouco fique nos ombros, que tenha um compartimento para a bolsa de hidratação, caso você use e, um pouco raro em mochilas pequenas, que o acesso ao bolso lateral do cantil seja fácil, permitindo que você mesmo pegue e guarde o cantil. Caso ela não venha com cobre mochila, é importante comprar este acessório.
Se estiver em dúvida entre uma menor e uma maior, dê preferência para a maior, pois muitas vezes começamos o dia com muita roupa e no decorrer do dia vamos tirando e precisamos de espaço na mochila.

Cobre mochila
Algumas mochilas, como a Deuter, já vêm com o cobre mochila, outras não. Recomendamos algo como a da Sea to Summit. Como exemplo veja este link: clicar aqui
Head lamp
Este é um item que não temos muitas especificações a recomendar. Basicamente qualquer lanterna de cabeça serve para nossas expedições. Elas vêm com graus diferentes de intensidade de luz, medida em lumens e podem ser de 100 a 1000 lumens, sendo que ao redor de 200 ou 300 é suficiente. Alguns modelos têm um botão que impede que ligue acidentalmente dentro da mochila e você fique sem bateria. Outras são à prova d’água. Algumas são com pilhas palito e outras, cada vez mais, podem ser recarregadas por USB. Também é aconselhável que tenham ajuste de intensidade ou luz tênue vermelha, para não incomodar os companheiros nos quartos ou nas barracas. Mas, como disse, qualquer boa head lamp serve. Em muitos momentos, necessitamos ter as mãos livres para segurar os bastões e por isso lanternas de mão não são recomendadas.

Bastões de caminhada
Muitas vezes ouvimos de pessoas que preferem não usar os bastões, pois querem ter as mãos livres, mas insistimos muito para que usem e, ao se acostumarem, normalmente nos dizem que ajuda muito. O bastão tem muitos usos. Nas subidas ajudamos nossas pernas com a força dos braços. Nas descidas ele minimiza o impacto nos joelhos e em nossas expedições temos muitas subidas e descidas. Nos ajuda também a recuperar o equilíbrio quando escorregamos ou quando caminhamos sobre neve e gelo. Muitos acidentes já foram evitados por conta dos bastões. O ideal são os que tem 3 segmentos telescópicos, que nos permitem deixá-los menores em subidas e maiores nas descidas. Isto também facilita para guardá-los na bagagem. Recomendamos bastões com ajuste de trava rápida com alavanca, em lugar dos de rosca pois permitem rapidez e facilidade o ajuste. Não recomendamos os bastões dobráveis, pois costuma term menor durabilidade. É um item que, se comprado de uma boa marca como Petzel ou Black Diamond, Leki, ou Ferrino durarão toda a vida.

Miscelânia
Sacos estanque
Apesar de tomarmos cuidado para que os duffles levados por nossos carregadores ou animais estarjam protegidos da chuva, pedimos que impermeabilizem suas roupas e sacos de dormir com sacos plásticos (mais baratos) ou com sacos estanques. Se por uma questão de custo optarem por sacos plásticos, é importante que sejam de boa qualidade e grandes o suficiente para dar voltas ao redor do conteúdo. Já os sacos estanques são muito mais práticos e devem ser comprados de tamanhos diferentes, sendo um bem grande que possamos guardar o saco de dormir. Lembrem-se que o saco ou o casaco de plumas molhado perde completamente seu poder térmico.
Existem modelos de material mais grosso e mais resistente e outros mais finos e um pouco mais delicados, mas como eles vão dentro do duffle, qualquer um dos dois pode ser usado.

Purificador de água
Purificador de água a base de iodo (é o mais efetivo) em comprimidos. É difícil encontrar no Brasil. Para as viagens no Nepal pode se encontrar iodo em pastilhas ou então um sistema de purificação de água por UV. Para outros países se não encontrar iodo pode levar produtos a base de cloro.

Pee bottle - urinol
Este é um cantil de boca larga para ser usado como urinol a noite para não termos de sair do quarto para urinar. Para mulheres que não se sentem confortáveis em usar um cantil sugerimos comprar um tupeware cilíndrico de ao redor de 15x15 centímetros.
Cantil
Uma boa hidratação é fundamental em nossa vida normal e mais ainda em altitude. A cada inspiração aquecemos e umidificamos o ar frio e seco da montanha e ao expirar perdemos este líquido. No decorrer do dia isso acaba sendo uma quantidade muito grande de líquidos que precisamos repor, ao redor de 4 litros diários.
Existem duas maneiras de levar água em nossa mochila, cantil e bolsas de hidratação (camel bak) e, a não ser em lugares muito frios onde existe o risco de congelar a água na mangueira do camelback, a decisão de levar um ou outro é estritamente pessoal. Recomendamos comprar um cantil de um litro já que os produtos de purificação de água em geral são feitos para serem diluídos nesta quantidade de água. Nossa marca preferida de cantil é Nalgene.

Filtro solar e labial
Filtro solar com proteção mínima fator 15 e protetor labial com filtro solar.
Toalha
Nós da Morgado Expedições sabemos o quanto os brasileiros apreciam um banho após a caminhada e nos esforçamos para oferece-lo, sempre que possível e ainda que seja um balde de água quente. Possivelmente somos a única operadora no mundo que oferecem um banho quente no Kilimanjaro. Portanto, recomendamos levar uma toalha. Mas, toalhas normais pesam, demoram a secar e ficam com mau cheiro. Por isso recomendamos as chamadas wet towel. Existem vários materiais, mas a ideia é a mesma, uma toalha pequena que mesmo guardada molhada não fique com mau cheiro. Recomendamos as de microfibra

Duffle bag
Saco de cordura ou nylon grosso para os carregadores ou animais levarem seu equipamento durante o trekking. Trazer um dufle bag grande, de aproximadamente 120 litros.

Cadeado
Comprar de tamanho médio para o duffle bag. Sugerimos os de números ao invés de chave, pois são mais práticos.
Máquina fotográfica
Máquina fotográfica, de preferência máquinas leves com bateria com grande duração ou levar baterias extras.
Snacks
Recomendamos levar dois snacks por dia de expedição, para comer entre as refeições. Por um snack entende-se a quantidade de calorias equivalente a uma barra de cereais. Pode ser chocolate, frutas secas, nozes, barra de cereais, castanhas, bolachas etc.
Papel higiênico
Recomendamos dois rolos.
Lenços umedecidos
Lenços umedecidos, os da marca Jhonson são mais macios a agradáveis ao tato. Após limpeza com os lenços umedecidos recomendamos usar talco para tirar a sensação pegajosa que os lenços deixam.
Lenços de papel
Lenços de papel em grande quantidade (nas montanhas, devido ao ar frio e seco, a coriza é constante).
Talco
Para ser usado após fazer a higiene com os lenços umedecidos. Dá uma sensação de limpeza maior. Trazer uma embalagem pequena.
Artigos de toalete
Levar artigos essenciais como sabonete, escova e pasta de dentes, desodorante, aparelho de barbear e hidratante.
Óculos de grau reserva
Óculos de grau reserva
Diário
Opcional. É interessante registrar suas emoções no momento que você está vivendo esta expedição.
Livros
Opcionais. Uma boa ideia é levar um Kindle que é mais leve e tem bateria longa.
Colete
Apesar de colocarmos este item em miscelânia e ser opcional, é uma peça de equipamento muito útil, pois sempre existem aqueles dias em que ficar com um fleece fino é pouco e colocar o fleece grosso é muito. O colete vem preencher esta lacuna aquecendo o tronco, mas deixando os braços menos abrigados. Podem ser de fleece ou de pluma de ganso.

Remédios
Medicamentos de uso pessoal. Trazer do Brasil. Recomendamos a seguinte lista:
- Diamox para tratamento de Mal de Altitude;
- Azitromicina para tratamento de infecções bacterianas das vias respiratórias e de diarreia bacteriana;
- Analgésicos como Novalgina ou Paracetamol;
- Descongestionante nasal como Naldecon diurno e noturno;
- Reidratante oral em pó;
- Anti-inflamatório;
Imodium, para diarreia; - Fibra como Metamucil caso você tenha tendência para obstipação.
Clima
O outono é uma das melhores épocas para se visitar esta região. Clima seco e, como em todos os países de altas latitudes, as cores do outono são magníficas.
Temperatura média em cada cidade em outubro:
- Islamabad – 15 a 34 graus Célsius
- Naran - 4 a 20 graus Célsius
- Chilas - 11 a 28 graus Célsius
- Fairy Meadows – 4 a 15 graus Célsius
- Minapin - 4 a 14 graus Célsius
- Tagha Phari - 0 a 12 graus Célsius
- Karimabad - 8 a 24 graus Célsius
- Gulmit - 6 a 18 graus Célsius
- Borit - 6 a 18 graus Célsius
- Passu - 6 a 18 graus Célsius
- Shimshal - 4 a 14 graus Célsius
- Gilgit - 8 a 24 graus Célsius
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Como se inscrever
Para inscrever-se em nossas expedições, por favor, entre em contato com uma das operadoras de turismo listadas abaixo em ordem aleatória ou faça sua inscrição diretamente preenchendo o formulário online. Se você já viajou com a Morgado Expediçoes a través de agência, sugerimos que as siga prestigiando. Para maiores informações, por favor entre em contato conosco a través do email Esta dirección de correo electrónico está siendo protegida contra los robots de spam. Necesita tener JavaScript habilitado para poder verlo.
Adventure Club
| Site | www.adventureclub.com.br |
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| Telefone | (011) 5573-4142 |
| Endereço | R. eça de Queiroz, 351 - São Paulo – SP - CEP – 04011-032 |
Ambiental Expedições
| Site | www.ambiental.tur.br |
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| Telefone | (011) 3818-4600 |
| Endereço | Av. Ipiranga, 318 - Bloco B - 8 andar - Cj. 801 - São Paulo – SP - CEP 01046-010 |
CiaEco
| Site | http://www.ciaeco.tur.br |
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| Telefone | (011) 5571-2525 |
| Endereço | Rua Sena Madureira 515 - São Paulo – SP - CEP - 04021-051 |
FreeWay Adventures
| Site | www.freewayviagens.tur.br |
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| Telefone | (011) 5088-0999 |
| Endereço | Praça Guacunduva, 107 - Mirandópolis CEP: 04052-100 – São Paulo – SP |
Latitudes
| Site | www.latitudes.com.br |
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| Telefone | (011) 3045-7740 |
| Endereço | R. Clodomiro Amazonas, 1158 - cj 62/63 – São Paulo – SP - CEP - 04537-901 |
Maracajá Ecoturismo e Aventura
| Site | www.maracaja.com.br |
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| Telefone | (051) 3012-1234 / (051) 99730-9646 |
| Endereço | Rua Comendador Caminha, 312 cj. 602 – Porto Alegre - RS - CEP - 90430-030 |
Pisa Trekking
| Site | www.pisa.tur.br |
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| Telefone | (011) 5052-4085 |
| Endereço | Al. dos Tupiniquins 202 - Moema - São Paulo – SP - CEP - 04077-000 |
Venturas e Aventuras
| Site | www.venturas.com.br |
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| Telefone | (011) 3872-0362 |
| Endreço | R. Minerva, 268 - São Paulo – SP - CEP – 05007-031 |
Perguntas e respostas
Perguntas e respostas
1. Como é o clima nesta viagem?
Estaremos visitando o norte do Paquistão em setembro / outubro quando a temperatura em Islamabad e nas partes mais baixas do trekking tem temperaturas ao redor de 25 graus caindo um pouco conforme subimos, mas nunca chegando a temperaturas negativas. Mas, nas partes mais altas como o Shimshal Pass e Patundas deveremos ter temperaturas de até 5 graus negativos à noite. Sleeping bags adequadops para esta temperatura poderão ser alugados lá.
2. Como serão nossos transportes?
De Islamabad voaremos para Skardu em jatos tipo Airbus A 320 com vistas espetaculares das montanhas. O mesmo no voo de volta à capital. Viajaremos em confortáveis Land Rovers na aproximação e na volta dos trekkings devido ao fato de as estradas nesta região do paquistão serem realmente precárias.
3. Como é nossa acomodação?
Em Islamabad nos hospedremos em um confortável hotel 5* e em Karimabad (Hunza) onde passaremos várias noites em um charmoso e confortável hotel 3*. Já em Fairy Meadows, Passu e Shimshal em pousadas simples. Nos acampamentos teremos barracas de montanha para duas pessoas (podendo opcionalmente optar por baarracas individuais), com barraca refeitório com mesas e cadeiras, barraca huveiro. Nossas redeições serão preparadas por nossa equipe de cozinha.
4. Que roupas e equipamentos devo usar?
Com nossa experiência de anos nesta trilha, desenvolvemos uma completa lista de roupas e equipamentos para serem levados para o Paquistão Parte desta roupa pode ser deixada em Islamadab (o que não será útil na trilha), e o restante será colocada em um duffle bag (grande bolsa de cordura com zíper) e levada por nossos carregadores. Cada cliente tem direito a 12 kg para ser carregado pelos carregadores. Caso o peso ultrapasse os 12 kg, outro carregador pode ser contratado a um custo extra.
5. Como este trek é classificado em termos de dificuldade?
O grau de dificuldade de uma trilha é bastante subjetivo. O que é uma trilha fácil para um, é impossível para outro dependendo da forma física, experiência, idade e, mais do que tudo, motivação. Apesar disso, de um modo geral, costuma-se classificar esta viagem em grau médio de dificuldade. Desenhamos este roteiro para que tenhamos dias de trek intercalados por dias de confortáveis hoteis de modo a não se tornar muito cansativo e nos dar uma vivencia da rica cultura desta parte do Paquistão.Como resumo, podemos dizer que uma pessoa saudável, em regular estado de preparo físico poderá fazer esta trilha sem maiores problemas. Recomendamos um preparo físico de pelo menos 6 meses para aqueles que são sedentários. Caminhadas, bicicleta e aparelhos como step nas academias são treinos efetivos para o que vamos enfrentar na trilha. Mas, mais do que tudo, desfrutar o que esta trilha nos oferece será o melhor incentivo para completar cada dia com um sorriso nos lábios.
6. Quanto dinheiro devo levar?
Teremos ao redor de 20 refeições que serão por nossa conta, o restante das refeições está incluído. A alimentação no Paquistão não é cara e com US 10 podemos ter uma boa alimentação. Recomndamos US por pessoa para gorjeta para a equipe.
7. O Paquistão é um país seguro?
A resposta sincera é: depende de que parte do país. Não recomendamos a ninguém que vá para o sul do país, principalmente para as regiões fronteiriças com o Afganistão. Mas, para o norte, onde vamos, é absolutamente seguro e é habitado por uma das populações mais generosas e receptivas do planeta.
8. E quanto as doenças?
As condições de higiene no país são realmente precárias e muitas das doenças tropicais são prevalentes. Com algumas vacinas (Hepatite A e Febre Tifoide) e cuidados enquanto estivermos lá, o risco de ficarmos doentes será mínimo. Cuidado com a água e evitar saladas cruas e frutas com casca normalmente são medidas que evitam as doenças mais comuns. Recomendamos conversar com o seu médico sobre vacinação e fazer uma consulta a um dos serviços de Medicina dos Viajantes. Ver o menu Voos, Vistos e vacinas.
9. Este trekking é muito desconfortável?
Sabemos que a maioria das pessoas não está acostumada a acampar por muitos dias, por isso desenhamos esta viagem de modo que os dias de acampamento sejam intercalados por noites em confortáveis hotéis. As viagens de carro são realmente desconfortáveis já que as estradas do país são bastante precárias, mas as vistas são deslumbrantes.
10. Como faço para tirar o visto e quanto custa?
O visto do Paquisão para portadores de passaporte brasileiro custa US 35 e pode ser tirado por internet.
11. E se eu tiver mais dias de férias e quiser conhecer algum país vizinho?
Converse conosco para que possamos lhe sugerir alguma extensão para a ïndia, Nepal ou Butão.
12. Existe idade mínima ou máxima para este trekking?
Devido ao fato de que crianças têm maior predisposição a desenvolver Mal de Altitude recomendamos não levar crianças de menos de 13 anos a este trekking. Teremos o maior prazer em recomendar lindos trekkings a regiões com altitudes mais moderadas ideais para famílias. Quanto ao outro lado do espectro de idade, recomendamos que pessoas com mais de 50 anos visitem seu médico e que façam uma avaliação cardiológica antes de fazerem o trekking.
13. E se eu tiver alguma doença crônica como hipertensão ou diabetes?
De um modo geral, doenças crônicas controladas não são impedimento para fazer o trekking, mas recomendamos fortemente que a pessoa consulte seu médico e que discuta com ele sobre se este trekking é uma atividade adequada para ela. Estamos à disposição para dar ao seu médico todas as informações que ele necessite sobre o trekking para ele tomar sua decisão. Entre em contato conosco.
14. Terei acesso a internet durante a viagem?
Em todos os hoteis teremos WIFI, mas nos dias de trekking não teremos acessoa internet.
15. Posso recarregar meus eletrônicos?
Novanete, nos hoteis sem problema algum, mas não durante os dias de trekking. Recomendamos levar um power bank de 20.000 mili amperes para os dias de trekking.
16. E se eu tiver outras dúvidas?
Sabemos que antes de se inscrever para uma viagem como esta é natural que as pessoas tenham várias dúvidas. Se você tem alguma que não foi esclarecida acima, por favor, não hesite em entrar em contato conosco através do whatsapp (11) 99352-2825 ou do e-mail Esta dirección de correo electrónico está siendo protegida contra los robots de spam. Necesita tener JavaScript habilitado para poder verlo.
Preço
Preço
Grupos de 6 ou mais pessoas em hospedagem em quarto duplo é US$ 4.800,00 por pessoa
Single supplement – US$ 550 por pessoa
Neste custo está incluído:
- Acomodação nos hotéis citados ou similares em quartos duplos com café da manhã
- Acompanhamento de Manoel Morgado durante toda a viagem
- Acompanhamento de guia local e motoristas
- Carta convite para obtenção de visto
- Voo doméstico de Gilgit a Islamabad ou transporte por terra com hospedagem em caso de cancelamento de voo
- Traslados
- Transporte durante a viagem em mini ônibus ou em veículos 4x4 onde necessário
- Ingressos aos monumentos visitados
Neste custo não está incluído:
- Seguro de viagem (obrigatório)
- Gorjetas
- Alimentação a não ser os cafés da manhã
- Voos internacionais
- Vistos
A Morgado Expedições não cobrará taxa de cancelamento em casos de desistências com mais de 60 dias prévios ao início da viagem. Caso a desistência aconteça entre 60 e 30 dias antes do início, será cobrada uma taxa de 20% do valor da viagem e de 50% em cancelamentos entre 29 dias e 15 dias antes do início da viagem. Com menos de 15 dias não haverá restituição de nenhuma parte do pagamento.
Saídas
Trekking no Norte do Paquistão
Trekking no Norte do Paquistão


O Paquistão é uma joia escondida na Ásia. Com uma das paisagens de montanha mais espetaculares do planeta e abrigando cinco das quatorze montanhas com mais de 8000 metros e pouco afetado pelo turismo o país nos dá a rara oportunidade de ver essas magníficas montanhas, seus vales, suas pradarias intocadas. O Vale de Hunza é famoso internacionalmente por sua incrivelmente bela paisagem, mas também pela hospitalidade de seus habitantes. Este roteiro nos dará a oportunidade de estar ao lado dos gigantes do Karakorum, explorar vários pequenos vilarejos e ver uma das paisagens outonais mais espetaculares do planeta. Saindo de Islamabad, a capital do país, percorreremos a famosa Karakorum Highway, e, em misto de viagens de mini ônibus e caminhadas conheceremos a região mais bonita do país!
Voos, vacinas e vistos
Voos, vacinas e vistos
VOOS
No momento o melhor voo é com a Emirates Airlines
VISTOS
Nosso operador local nos fornecerá uma carta convite, o itinerário e as reservas de hotéis e com isso poderemos fazer nosso visto via internet.
VACINA
Para passageiros viajando com passaporte brasileiro é obrigatório ter o Certificado Internacional de Vacina de Febre Amarela. Recomendamos também as vacinas de Hepatite A e Febre Tifoide. Sugerimos conversar com o seu médico sobre vacinação e fazer uma consulta a um dos serviços de Medicina dos Viajantes. Esses serviços estão disponíveis na Clínica de Vacinação Cedipi em São Paulo (11)
3887-6111 ou no Hospital Emílio Ribas. Para agendamento acessar este link http://www.emilioribas.sp.gov.br/pacientes-e-acompanhantes/medicina-do-viajante/
No Rio de Janeiro entrar em contato com o Cives - http://www.cives.ufrj.br/informacao/agenda/agenda.html ou com o Vaccini - https://vaccini.com.br/cbmevi/o-que-e-a-medicina-do-viajante
Em outros estados consultar a lista de centro de vacinações da ANVISA - http://www.anvisa.gov.br/hotsite/viajante/centros.pdf
Guia desta Viagem
Guia desta viagem
Manoel Morgado
Para Manoel Morgado, viajar sempre foi parte integral de sua vida. Desde muito jovem aventurou-se, primeiro pelo Brasil e depois pelos países da América do Sul. Em 1980 formou-se em medicina e fez especialização em pediatria, mas antes de começar a trabalhar seguiu para uma longa viagem de dois anos de duração pela Europa e Ásia e este ano na Ásia acabou sendo determinante em sua história de vida. Voltando ao Brasil trabalhou como pediatra por cinco anos, mas acabou percebendo que necessitava unir trabalho com viagens e voltou para a Ásia onde viajou por outros três anos. Em 1992 abriu sua primeira empresa de turismo levando brasileiros para viajar pelos lugares que amava. Desde então guiou centenas de pessoas por inúmeros países. Em sua convivência com as culturas asiáticas acabou entrando em contato com yoga, meditação e budismo que influenciaram profundamente sua maneira de ver o mundo. Também teve a oportunidade de praticar vários esportes de aventura como kayaking, rafting, ciclo turismo, escalada em rocha e em gelo. Mas estar rodeado por montanhas nevadas é o que faz com que se sinta mais realizado. Manoel já escalou dezenas das principais montanhas do mundo, incluindo as mais altas da América do Sul (Aconcágua), da América do Norte (McKinley), da Europa (Elbrus), da África (Kilimanjaro), da Oceania (Kosciuszko), além das mais altas da Bolívia (Sajama) e do Equador (Chimborazo), do Irã (Damavand). Em setembro de 2009 escalou o Cho Oyu, (8201 metros), a sexta montanha mais alta do planeta, e em maio de 2010 colocou os pés no cume do Everest, tornando-se o oitavo brasileiro a lograr este feito. Em dezembro de 2011 concluiu a escalada da montanha mais alta de cada continente, o chamado Sete Cumes (Seven Summits), tornando-se o segundo brasileiro a conquistar este feito. Em março de 2012 lançou seu primeiro livro - Sonhos Verticais - contando suas escaladas do Cho-Oyu e do Everest e nos anos seguintes publicou mais dois livros, “Manaslu, em busca dos meus limites” e “Sete Cumes, uma vida nas montanhas”. Por seis anos dividiu seu tempo entre estar nas montanhas em suas expedições pessoais ou com os grupos que guia e seu veleiro “Good Karma” fazendo a circunavegação do planeta.
Neste ano tornou-se o primeiro latino americano a completar o mais exigente trekking de longa duração do planeta, o Great Himalayan Trail, o GHT, onde atravessou em 125 dias o Nepal de leste a oeste por trilhas próximas à fronteira do Nepal com o Tibete com uma altimetria positiva de 85.000 metros.
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