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Martes, 19 Septiembre 2017 15:37

Guia desta viagem

Guia desta viagem

Caio Vilela

Caio Vilela é um geógrafo, fotógrafo e repórter paulistano que começou a guiar viagens de turismo de natureza no Brasil aos 22 anos.

De 1993 até 2023 foram 30 anos guiando grupos e produzindo conteúdo jornalístico para revistas como National Geographic, Viagem & Turismo, Trip, Veja, Elle, e para os jornais Folha e Estadão.

Hoje Caio contabiliza 118 países visitados entre trabalhos como guia, repórter ou fotógrafo.

Além de roteiros de trekkings no Nepal, Jordânia e Mongólia, ele também conduz roteiros culturais no Irã, Armênia, Geórgia, Azerbaijão, Madagascar, África do Sul e Índia.

Como produtor de campo, já acompanhou equipes de TV em ascensões ao Aconcágua, na Argentina, e ao Huayna Potosí, na Bolívia.

Durante 6 anos, Caio foi guia do trekking ao Campo Base do Everest e, em projetos próprios ou viagens de reportagem, já fez trekkings nos Himalaias, nos Andes, nas Rochosas Canadenses, Sibéria, Mali, Antártida, Cáucaso Norte e outros locais espetaculares e remotos.

Além da montanha, nosso guia também é apaixonado por futebol de rua. Por onde passa, ele busca fotografar cenas cotidianas de um dos esportes mais populares do mundo, jogado por pés descalços em campos improvisados.

As fotos já renderam 5 livros e diversas exposições — não apenas em cidades do Brasil, mas também em 13 países.

Lunes, 18 Septiembre 2017 13:53

Opinião de quem já foi

Opinião de quem já foi

Lunes, 18 Septiembre 2017 13:20

19 - E se eu tiver outras dúvidas?

Sabemos que antes de se inscrever para uma viagem como esta é natural que as pessoas tenham várias dúvidas. Se você tem alguma que não foi esclarecida acima, por favor, não hesite em entrar em contato com seu agente de viagens ou conosco através da web page www.morgadoexpedicoes.com.br  ou do e-mail Esta dirección de correo electrónico está siendo protegida contra los robots de spam. Necesita tener JavaScript habilitado para poder verlo. 

Todos os lodges tem eletricidade através de pequenas hidroelétricas ou de geradores. O custo é alto, ao redor de US 4 por hora de recarga, em média. Conforme a máquina fotográfica, vale mais a pena trazer baterias extras ou power banks.

Em todos os lodges existe um sistema de wi-fi com cartões pré-pagos embora nem sempre a velocidade seja muito boa. Em alguns lodges também existe sinal de celular.

De um modo geral, doenças crônicas controladas não são impedimento para fazer o trekking, mas recomendamos fortemente que a pessoa consulte seu médico e que discuta com ele sobre se este trekking é uma atividade adequada para ela. Estamos à disposição para dar ao seu médico todas as informações que ele necessite sobre o trekking para ele tomar sua decisão. Entre em contato conosco.

Lunes, 18 Septiembre 2017 13:18

15 – Existe algum limite de idade?

Devido ao fato de que crianças têm maior predisposição a desenvolver Mal de Altitude recomendamos não levar crianças de menos de 13 anos a este trekking. Teremos o maior prazer em recomendar lindos trekkings a regiões com altitudes mais moderadas ideais para famílias. Quanto ao outro lado do espectro de idade, recomendamos que pessoas com mais de 50 anos visitem seu médico e que façam uma avaliação cardiológica antes de fazerem o trekking.

Se você tem alguns dias a mais de férias, não perca a oportunidade de conhecer Lhasa, a capital do Tibete, com seus maravilhosos monastérios ou então algumas das mais importantes cidades da Índia como Varanasi, Kajuraho, Agra e Delhi. Entre em contato conosco ou com seu agente de viagens e ele lhe oferecerá uma dessas maravilhosas opções.

O visto do Nepal deve ser tirado no aeroporto de Katmandu na chegada e custa US 40,00. Levar uma foto 3x4 para o visto e uma foto 3x4 para a permissão de trekking. O visto também pode ser obtido online no site http://www.online.nepalimmigration.gov.np 

Lunes, 18 Septiembre 2017 13:17

12 – Este trekking é muito desconfortável?

Apesar de estarmos em uma região bastante remota, procuramos deixar a caminhada o mais confortável possível, afinal são 15 dias nas montanhas e a maior parte das pessoas não está acostumada a trekkings tão longos. Você entregará todos os dias pela manhã seu duffle bag com todo seu equipamento aos nossos carregadores e caminhará com apenas uma mochila de 30 a 50 litros com sua máquina fotográfica, um litro de água, filtro solar e labial, anorak (corta vento), alguns snacks e as roupas que, pela manhã, orientaremos para você levar. Nossos carregadores e sherpas estão sempre atentos a nossas necessidades e terão o maior prazer em levar também esta pequena mochila caso você esteja cansado ou tenha algum problema de coluna.

Neste trekking usamos abrigos de montanha e não barracas, o que acrescenta um considerável grau de conforto. À noite sempre estaremos dentro da sala de refeições que é aquecida e a comida é saborosa e variada. Existe também a possibilidade de banhos diários com água aquecida. E, como um toque extra de conforto, nas noites acima de 4.000 metros (Dimboche, Lobuche, Gorak Shep), você ganhará uma bolsa de água quente para colocar no seu sleeping bag antes de ir dormir de modo q

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